“Ter amigos em toda a parte é como se conquista hoje o mundo”

 É esse o lema do Grupo Português da Liga da Amizade Internacional, uma organização que conta com uma filosofia de trabalho completamente virada para os jovens recém-formados   “Dotar os jovens de saberes e experiência profissional em empresas nacionais e multinacionais sedeadas em países da União Europeia” é uma das balizas da Liga da Amizade Internacional (IFL), que tem, desde 1948, o estatuto de Organização Não Governamental consultiva, junto da UNESCO. A organização, cuja presença em Portugal remonta ao fim da década de 70, pretende proporcionar aos jovens recém-formados experiências laborais em países estrangeiros, para que consubstanciem a sua formação prática noutras realidades sociais desconhecidas. Nesse sentido, a IFL fica encarregue de estabelecer os contactos, do acompanhamento dos jovens durante a sua ausência de Portugal e de promover­ o tão desejado ingresso no mercado laboral.   Em Portugal, a IFL surge em agosto de 1979, tendo obtido reconhecimento oficial um ano mais tarde. Desde essa altura, como diz Américo Lemos, representante legal da IFL, numa nota informativa enviada ao Diário 560, a organização tem promovido “uma nova filosofia de viver e de pensar, face à mudança dos tempos, em que era necessária a consolidação da democracia”. Nesse sentido, fundou, juntamente com outros parceiros, o Conselho Nacional de Juventude e estabeleceu um “protocolo de cooperação” com a Cruz Vermelha Portuguesa, como nos conta Américo Lemos.   Atualmente parceira do Grupo Bristol, para “proporcionar realização pessoal e profissional dos alunos em contexto global”, a IFL tenta promover a amizade e a “compreensão entre pessoas de diferentes culturas, através de viagens, troca de correspondência eletrónica e atividades sociais”, como é possível ler...